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DECIDIU FICAR

Próximo de Jerônimo e Lula, deputado fica no partido de Bolsonaro

Jonga Bacelar decidiu ficar no partido bolsonarista, apesar do alinhamento com o PT

Anderson Ramos

Por Anderson Ramos

07/04/2026 - 16:37 h

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Jonga costuma dividir palanque com Jerônimo no interior da Bahia.
Jonga costuma dividir palanque com Jerônimo no interior da Bahia. -

No entra e sai ao longo da janela partidária, o Partido Liberal (PL), do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve perdas e ganhos na Bahia. Na Assembleia Legislativa (Alba),por exemplo, dois deputados estaduais deixaram a legenda e outros dois se filiaram.

Logo nos primeiros dias da janela, Vitor Azevedo confirmou sua filiação ao Avante. Já Raimundinho da JR esperou até o último momento para deixar a sigla e engrossar as fileiras do PSD.

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Em contrapartida, o PL se reforçou com as chegadas de Samuel Júnior, ex-Republicanos, e Paulo Câmara, que encerrou sua longa história com o PSDB.

Já o cenário nacional permaneceu inalterado, com a manutenção dos três deputados federais da bancada baiana. Porém, a permanência de um deles causa desconforto na ala mais bolsonarista da legenda.

João Carlos Bacelar, o Jonga, permaneceu no partido a contragosto de alguns colegas. Ao longo do atual mandato ele votou a favor de diversos projetos do governo Lula (PT) no Congresso Nacional e divergiu dos seus correligionários baianos Roberta Roma e Capitão Alden.

Além disso, Jonga Bacelar emplacou o chefe da Superintendência de Patrimônio da União (SPU) na Bahia, Otávio Alexandre Freire da Silva, o que confirma o alinhamento ao Palácio do Planalto.

Já na Bahia, Jonga subiu algumas vezes no mesmo palanque que o governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em 2024, os dois apoiaram a candidatura de Romerinho (Avante), eleito prefeito de Quijingue nas eleições municipais de 2024.

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Suplência

Nas eleições de 2026 na Bahia, o Partido Liberal não vai lançar candidato ao Governo da Bahia. O PL estará representado na chapa de ACM Neto (União Brasil) com o presidente do partido no estado, João Roma, que vai disputar uma vaga ao Senado.

Roma, inclusive, anunciou nesta terça-feira, 7, que o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, será o seu primeiro suplente.

Neste ano, no dia 17 de março, Cedraz se filiou ao PL, em Brasília, com vistas para as eleições. Na ocasião, o ato contou com as seguintes presenças:

  • o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro;
  • o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto;
  • além do pré-candidato ao Senado, João Roma.

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