SELEÇÃO BRASILEIRA
Com Gabi de volta, veja atletas que disputarão vaga olímpica no vôlei
Gabi, Sabrina e Ana Cristina reforçam o time depois do vice na VNL


A Seleção Brasileira de vôlei já está mirando nas próximas Olimpíadas - e mais uma chance de conseguir a vaga chega com o Campeonato Sul-Americano Feminino de Vôlei.
O técnico José Roberto Guimarães definiu as 14 jogadoras que vão representar o Brasil entre os dias 8 e 13 de setembro, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, no torneio que dará à seleção campeã uma vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
A lista tem como principal novidade o retorno de Gabi Guimarães. A ponteira ficou fora da campanha do Brasil na Liga das Nações de Vôlei por causa de problemas na lombar e volta à Seleção em um torneio decisivo para o início do ciclo olímpico.
Brasil terá Gabi, Sabrina e Ana Cristina
Zé Roberto convocou duas levantadoras, duas opostas, cinco jogadoras de ponta/oposta, três centrais e duas líberos. O grupo treina no Centro de Desenvolvimento de Voleibol da CBV, em Saquarema, no Rio de Janeiro.
A Seleção terá as levantadoras Roberta e Vivian; as opostas Sabrina e Tainara; as ponteiras/opostas Ana Cristina, Helena e Rosamaria; as ponteiras Gabi e Julia Bergmann; as centrais Diana, Lorena e Luzia; e as líberos Marcelle e Nyeme.
Vivian e Sabrina foram chamadas para os treinamentos no dia 28 de agosto, depois das dispensas de Macris e Natinha. Karina, do Sesc-Flamengo, também havia sido convocada, mas lesionou o tornozelo e ficou fora da disputa por uma vaga no grupo final.

Retornos reforçam Seleção após vice na VNL
No início de agosto, Zé Roberto já havia anunciado a primeira lista de convocadas para a preparação. Entre os destaques estavam os retornos de Gabi, Nyeme e Tainara, que não participaram da conquista da medalha de prata na Liga das Nações, em julho.
Das atletas que disputaram a fase final da Liga das Nações, apenas Maiara Basso ficou fora da lista final para o Sul-Americano.
Júlia Kudiess segue fora
Mesmo reforçada, a Seleção Brasileira ainda tem uma baixa importante. A central Júlia Kudiess não estará à disposição, após sofrer uma lesão grave durante a fase classificatória da Liga das Nações, passar por cirurgia e ficar afastada das quadras por mais tempo.
Sem a central, Zé Roberto fechou o grupo para a competição continental com Diana, Lorena e Luzia como opções para a posição.
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O Brasil chega ao Sul-Americano como favorito. A Seleção venceu as últimas 15 edições do torneio e soma 23 títulos continentais na história.
A Seleção tem frequentado o pódio em grandes competições, mas não conquista um título intercontinental desde o Grand Prix de 2017. Garantir a vaga com antecedência daria mais tranquilidade ao Brasil no ciclo olímpico.
Convocadas do Brasil para o Sul-Americano
- Levantadoras: Roberta e Vivian
- Opostas: Sabrina e Tainara
- Ponteiras/opostas: Ana Cristina, Helena e Rosamaria
- Ponteiras: Gabi e Julia Bergmann
- Centrais: Diana, Lorena e Luzia
- Líberos: Marcelle e Nyeme
Estreia será contra a Venezuela
O Brasil estreia na terça-feira, 8, às 20h, contra a Venezuela. Depois, enfrenta Peru, Colômbia, Chile e Argentina, nesta ordem.
O sportv2 vai transmitir todos os jogos do Sul-Americano Feminino. A partida entre Brasil e Argentina, no domingo, 13, às 12h, também será exibida pela TV Globo.
Tabela completa do Sul-Americano Feminino
Terça-feira, 8 de setembro
- 14h - Argentina x Peru - sportv2
- 17h - Colômbia x Chile - sportv2
- 20h - Brasil x Venezuela - sportv2
Quarta-feira, 9 de setembro
- 14h - Chile x Venezuela - sportv2
- 17h - Argentina x Colômbia - sportv2
- 20h - Brasil x Peru - sportv2
Quinta-feira, 10 de setembro
- 14h - Argentina x Chile - sportv2
- 17h - Venezuela x Peru - sportv2
- 20h - Brasil x Colômbia - sportv2
Sábado, 12 de setembro
- 10h30 - Colômbia x Peru - sportv2
- 13h30 - Brasil x Chile - sportv2
- 16h30 - Argentina x Venezuela - sportv2
Domingo, 13 de setembro
- 9h - Chile x Peru - sportv2
- 12h - Brasil x Argentina - TV Globo e sportv2
- 15h - Colômbia x Venezuela - sportv2
Como funciona a competição
O Sul-Americano será disputado em formato de pontos corridos, e o título ficará com a seleção que vencer mais jogos na competição.
Em caso de igualdade, o primeiro critério será a pontuação na tabela. Vitórias por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1 valem três pontos. Triunfos no tie-break rendem dois pontos, enquanto derrotas por 3 sets a 2 dão um ponto.
Depois, os critérios de desempate serão relação de sets, razão de pontos e confronto direto entre as seleções empatadas.


