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INVESTIGAÇÃO

Estupro coletivo: dois foragidos se entregaram à polícia e viram réus

Outros dois investigados continuavam foragidos

Leilane Teixeira

Por Leilane Teixeira

03/03/2026 - 18:45 h

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Imagem ilustrativa da imagem Estupro coletivo: dois foragidos se entregaram à polícia e viram réus
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Dois dos quatro foragidos investigados por participação no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos se entregaram à polícia nesta terça-feira, 3, no Rio de Janeiro. Todos os acusados maiores de idade se tornaram réus pelo crime, que inclui também a acusação de cárcere privado, com agravante pelo fato de a vítima ser menor.

Os investigados que se entregaram foram:

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  • Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos - compareceu acompanhado da defesa à 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, onde o caso é investigado. Ele não deu declarações ao chegar.
  • João Gabriel Xavier Bertho, também de 19 anos - se apresentou na 10ª Delegacia de Polícia de Botafogo. Durante os interrogatórios, ambos permaneceram em silêncio.

A denúncia foi aceita pela 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente do Rio de Janeiro, após investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, o relatório final aponta “a violência empregada e a brutalidade dos atos sexuais praticados contra a vítima”.

Outros dois investigados continuavam foragidos até a última atualização do caso:

  • Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos;
  • Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos.

O delegado responsável pela investigação, Angelo Lages, afirmou que a expectativa é de que todos os envolvidos se apresentem à polícia.

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Menor também é investigado

Além dos quatro suspeitos maiores de idade, há um adolescente investigado por participação no crime. Por se tratar de menor, o inquérito foi desmembrado e encaminhado à Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro.

A polícia enviou representação ao MPRJ solicitando a apreensão do jovem por ato infracional análogo ao crime. Até a última atualização da investigação, não havia registro de mandado de apreensão contra ele.

Habeas corpus negados

Antes de se entregarem, três dos quatro investigados maiores de idade solicitaram habeas corpus para suspender as prisões.

Os pedidos foram negados pelo desembargador Luiz Noronha Dantas, da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Como o processo corre em segredo de Justiça, os autos não apresentam os nomes dos autores dos recursos, e não há confirmação se todos os investigados fizeram o pedido.

Outras vítimas relatam abusos

Entre segunda-feira (2) e esta terça-feira (3), mais duas jovens procuraram a polícia relatando terem sido vítimas de violência sexual praticada por integrantes do grupo.

Uma delas afirmou que foi estuprada quando tinha 14 anos. Hoje com 17, ela contou aos investigadores que mantinha um relacionamento com o único menor de idade investigado no caso.

Segundo o depoimento, ela foi convidada a ir até a casa de Mattheus Verissimo Zoel Martins. No local, ao menos dois suspeitos teriam participado da violência sexual. A jovem também relatou que o crime teria sido gravado e divulgado.

Nesta terça-feira, outra jovem procurou a polícia e afirmou ter sido vítima de estupro por um dos integrantes do grupo. Ela prestou depoimento na 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, acompanhada da mãe. Segundo o relato, o suspeito apontado é Vitor Hugo Oliveira Simonin.

Relembre o caso

Quatro homens foram indiciados por estupro com concurso de pessoas, e a Justiça expediu mandados de prisão contra todos eles:

  • Bruno Felipe dos Santos Allegretti, 18 anos;
  • João Gabriel Xavier Bertho, 19 anos;
  • Mattheus Verissimo Zoel Martins, 19 anos;
  • Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18 anos.

O adolescente que teria convidado a vítima também é investigado por ato infracional análogo ao crime. O procedimento foi encaminhado separadamente à Vara da Infância e Juventude e, por se tratar de menor, sua identidade não será divulgada.

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Tags:

Estupro coletivo investigação justiça Polícia Rio de Janeiro VIOLÊNCIA SEXUAL

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