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Jovem morre esmagado por metal durante trabalho em fábrica na Bahia

Marlon Amorim de Souza, de 22 anos, rabalhava como ajudante prático de pré-moldados

Luiza Nascimento
Por
Marlon Amorim de Souza
Marlon Amorim de Souza - Foto: Reprodução

Um jovem de 22 anos, identificado como Marlon Amorim de Souza, morreu nesta quinta-feira, 3, em decorrência de um acidente de trabalho. O caso ocorreu em uma fábrica no bairro Limoeiro, no município Feira de Santana, localizado no centro-norte da Bahia.

A vítima, que trabalhava como ajudante prático de pré-moldados, teria sido esmagada após ser atingida por uma peça de metal durante o expediente. Ele chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), mas já chegou à unidade de saúde sem vida.

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A empresa onde a situação ocorreu é Galpronto, que atua no setor de pré-moldados. Em nota, a instituição lamentou o ocorrido e descreveu o jovem como "querido" e disse que ele "contribuiu com seu trabalho, dedicação e alegria".

"Sua partida deixa um vazio imenso em nossos corações. Mais do que um colega de trabalho, ele foi um amigo, um exemplo de humildade, respeito e companheirismo, sempre disposto a ajudar e a somar. Neste momento de dor, nos unimos aos familiares e amigos, desejando que encontrem força e consolo para enfrentar essa perda irreparável", disse nota.

Sindicato pede investigação

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Feira de Santana e Região (STIM), afirmou que a tragédia provoca dor e indignação entre familiares, colegas de trabalho e toda a categoria. Representantes estiveram no local logo após serem comunicados pelos trabalhadores, junto com auditoria-Fiscal do Trabalho.

"As circunstâncias e eventuais responsabilidades pelo acidente precisam ser rigorosamente esclarecidas pelas autoridades competentes.

"Nenhum trabalhador deve sair de casa para trabalhar sem a garantia de que retornará vivo para sua família. Acidentes fatais no ambiente de trabalho não podem ser naturalizados. Segurança, manutenção adequada dos equipamentos, prevenção e cumprimento das normas de proteção à vida são direitos dos trabalhadores e obrigações que precisam ser respeitadas", disse em nota.

O STIM garantiu que acompanhará a apuração do caso e permanecerá ao lado dos trabalhadores, cobrando transparência e todas as providências necessárias para que as causas desta tragédia sejam esclarecidas e para que situações como esta não voltem a acontecer.

"Neste momento de profunda dor, o Sindicato se solidariza com os familiares, amigos e companheiros de trabalho de Marlon Amorim de Souza. A vida do trabalhador precisa estar acima de qualquer produção", finalizou.

Em nota enviada ao portal A TARDE, a Polícia Civil informou que a Central de Flagrantes (Cenflag/Feira de Santana) registrou o caso e que guias periciais e de remoção foram expedidas e diligências são realizadas para o esclarecimento dos fatos.

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Acidente de trabalho jovem Morte

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