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Piloto preso por abuso sexual infantil pagava R$ 30 por fotos de vítimas

Sérgio Antônio Lopes foi preso dentro de avião em aeroporto

Victoria Isabel
Por
Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos
Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos - Foto: Reprodução/TV Globo

O piloto Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, preso nesta segunda-feira, 8, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, suspeito de chefiar uma rede de abuso sexual infantil, pagava entre R$ 30 e R$ 100 por imagens das vítimas.

De acordo com a Polícia Civil, as fotos eram enviadas por responsáveis como mães e avós, por meio do WhatsApp. O suspeito usava documentos falsos para levar crianças e adolescentes a motéis, onde cometia os abusos.

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De acordo com a delegada Ivalda Aleixo, diretora do DHPP, os pagamentos eram feitos via Pix e, em alguns casos, incluíam despesas como aluguel, medicamentos e até a compra de uma televisão.

Até o momento, dez vítimas foram identificadas no estado, mas a polícia acredita que o número seja maior. O celular apreendido com o piloto indica a existência de vítimas em outros estados, e a apuração segue para identificar possíveis compartilhamentos do material.

Operação

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) revelou que o inquérito policial começou em outubro de 2025. Desde então, já foram identificadas três vítimas, com 11, 12 e 15 anos, todas submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual.

De acordo com a Polícia Civil, a rede criminosa estruturada era voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes.

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São investigados crimes de estupro de vulnerável, estupro, favorecimento da prostituição e da exploração sexual de criança e adolescente, uso de documento falso, produção, armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infanto-juvenil, perseguição reiterada (stalking), aliciamento de crianças e coação no curso do processo, evidenciando grave violação à dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Ainda segundo a SSP, os investigados formam uma estrutura organizada de exploração sexual infantil, com indícios de habitualidade, divisão de funções e atuação coordenada entre os envolvidos.

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Tags

abuso sexual infantil explotação sexual investigação policial piloto segurança pública

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