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Republicanos aguarda João Roma demonstrar viabilidade para aval

Avaliação foi feita pelo presidente municipal do partido e secretário de Infraestrutura, Luiz Carlos

Publicado terça-feira, 21 de dezembro de 2021 às 08:44 h | Atualizado em 21/12/2021, 09:18 | Autor: Léo Sousa
Ministro da Cidadania do governo Jair Bolsonaro (PL), João Roma (Republicanos) tenta se cacifar para ser candidato a governador da Bahia
Ministro da Cidadania do governo Jair Bolsonaro (PL), João Roma (Republicanos) tenta se cacifar para ser candidato a governador da Bahia -
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Cotado para ser candidato a governador da Bahia com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), precisará provar viabilidade eleitoral para receber o aval do partido.

A avaliação é do presidente do Republicanos em Salvador, o vereador licenciado e secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas, Luiz Carlos.

“De fato, nós temos um quadro importante dentro do partido. Uma pessoa inteligente, que é João Roma. Que esboçou, já, ser um defensor do palanque e do legado de Bolsonaro, e o partido vem respeitando esse pedido do presidente e esse desejo do nosso ministro. Agora, respeitando e pedindo pra que ele possa mostrar para o partido a viabilidade dessa candidatura, o propósito dessa candidatura para os baianos”, ponderou o titular da Seinfra durante entrevista ao programa Isso é Bahia, nesta terça-feira (21).

A definição sobre a permanência na base do ex-prefeito e pré-candidato a governador, ACM Neto (DEM), ou a saída para lançar Roma candidato partirá da cúpula nacional do partido, composta pelo presidente Marcos Pereira (SP) e o vice, Márcio Marinho, que também preside o diretório baiano da legenda.

“É um momento de conversa. Ele (Roma) vem conversando com a [executiva] nacional e esperamos que dentro de um espaço de tempo muito curto a nacional possa ter essas definições e essas definições chegarem pra gente que tá aqui na ponta”, afirma Luiz Carlos.

O presidente municipal do Republicanos, no entanto, salientou que “cada eleição é uma eleição” e o fato de a sigla compor a gestão do prefeito Bruno Reis (DEM) - ocupando a chefia de duas secretarias e uma empresa pública, a Desal - não significa “um alinhamento geral” para o próximo pleito.

“Cada eleição é uma eleição. O nosso entendimento foi para as eleições municipais. A gente compôs o governo do ex-prefeito ACM Neto (DEM), no primeiro e no segundo governo. Contribuímos com as ideias, contribuímos com os projetos, com todas as votações na Câmara [...] Voltamos a conversar sobre o apoiamento ao governo de Bruno Reis (DEM), chegamos a um entendimento e estamos compondo esse governo [...] Mas, como eu disse, cada eleição é o seu momento, é a sua conversa, a sua composição. Isso não significa que é um alinhamento geral para a outra eleição, no caso específico, pra governador”, sinalizou.

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