POLÍTICA
Michelle confirma fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA após derrota
Fuga ocorre após o pedido de retenção de passaporte feito pelo STF



A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro confirmou a aliados nesta terça-feira, 27, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil após a derrota nas urnas. Michelle foi procurada por correligionários para saber o paradeiro do enteado e confirmou a pelo menos dois deles.
A informação foi confirmada pela coluna Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Antes, uma coluna do mesmo portal afirma informado que o congressista teria deixado o país rumo aos Estados Unidos.
A informação também foi confirmada pelo deputado federal Mauricio Marcon (PL-RS), por meio das redes sociais, nesta tarde.
"Bem amigos, está confirmado, Flávio Bolsonaro não se sabe se foi pela Venezuela ou Argentina, pegou um voo e está indo se exilar nos Estados Unidos, assim como Maria Corina Machado quando fuhiou da ditadura de Nicólas Maduro na Venezuela", iniciou o parlamentar.
Senador estava sem responder desde a manhã
Segundo a publicação, Flávio estava sem dar notícias desde o início da manhã desta terça-feira. A última mensagem enviada pelo senador teria sido às 8h, ao senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou sua campanha presidencial.
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Na mensagem, Flávio afirmou que estava “esfriando a cabeça”, mas não respondeu se havia deixado o Brasil.
Passaportes de Flávio Bolsonaro são cancelados pela Polícia Federal
Os passaportes comum e diplomático do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foram cancelados nesta terça-feira, 27, pela Polícia Federal (PF).
Até as 9h54, o congressista não havia apresentado os passaportes às autoridades federais, descumprindo o alinhamento prévio feito com a equipe de defesa.
A expectativa dos advogados era de que o parlamentar, derrotado na disputa presidencial, atendesse à intimação e efetuasse a entrega dos documentos na manhã desta terça-feira, 27, o que não ocorreu até o momento.
O parlamentar foi notificado formalmente na manhã de segunda-feira, 26, ao deixar a residência do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ordem de retenção dos documentos de viagem foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fixando um prazo de 24 horas para o cumprimento — limite que se encerra no fim desta manhã.


