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ABORDAGEM

Promotor é pego bêbado em blitz e não vai à delegacia

Com sinais visíveis de embriaguez e agressividade, promotor foi contido pela PM

Rodrigo Tardio
Por
Thiago demonstrou resistência inicial em acompanhar os agentes
Thiago demonstrou resistência inicial em acompanhar os agentes - Foto: Reprodução
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O Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT) considerou correta a decisão das forças de segurança de não conduzir o promotor de Justiça Thiago Marcelo Francisco dos Santos à delegacia, após apresentar visíveis sinais de embriaguez ao ser parado na Operação Lei Seca, em Cuiabá.

A instituição esclareceu que a legislação exige o envio direto da ocorrência ao órgão funcional, mas garantiu que a prerrogativa não paralisa nem interfere no andamento das apurações.

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A abordagem ocorreu no último fim de semana, por volta das 2h07, no centro da capital. De acordo com o Boletim de Ocorrência, Thiago demonstrou resistência inicial em acompanhar os agentes para os procedimentos.

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Uso da força

A equipe policial precisou empregar uso moderado de força para imobilizá-lo. O promotor só se acalmou no momento em que revelou a identidade funcional.

​Apesar de recusar o teste do etilômetro (bafômetro), o motorista exibia hálito etílico, olhos avermelhados, agressividade e exaltação.

Diante dos sintomas, os policiais lavraram o termo de constatação de embriaguez previsto na Resolução nº 432/2013 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Nota à imprensa

​Em nota emitida à imprensa, a procuradoria destacou que membros do MP respondem por seus atos da mesma forma que qualquer cidadão.

O órgão reiterou que a situação será apurada de forma individualizada e com rigor legal, reafirmando o compromisso da instituição com a defesa da ordem jurídica e da transparência.

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Tags

Cuiabá embriaguez ao volante Ministério Público Operação Lei Seca responsabilidade legal transparência institucional

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