SALVADOR
São Tomé de Paripe: Terminal Itapuã solicita liberação da praia
Região está interditada há três meses e segue sem previsão de reabertura


Interditada há três meses, a praia São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferriviário de Salvador, segue sem previsão de liberação. A Prefeitura determinou o bloqueio após a identificação de substâncias químicas e concentrações elevadas de metais como cobre, zinco e ferro em diferentes pontos da região.
Atuante no local, o Terminal Itapuã solicita aos órgãos ambientais que a praia seja liberada para a população, deixando apenas a área mais próxima ao terminal permaneça interditada. Moradores e, principalmente, trabalhadores locais, estão enfrentando prejuízos, sobretudo financeiros, ligadas à interdição.
Segundo a empresa, desde o momento em que as manchas apareceram, vem buscando formas de identificar o que causou a contaminação para apoiar a comunidade e viabilizar a reabertura da praia.
"Mesmo tendo consciência, desde os primeiros laudos apresentados, de que a contaminação era fruto de ação anterior a seu período de operação, a empresa vem tomando uma série de providências técnicas para esclarecer o que de fato ocorreu e colaborar com os órgãos ambientais", destacou.
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Outras medidas estão sendo tomadas
Além disso, o Terminal Itapuã afirma que vem encomendando uma série de estudos com empresas especializadas de reconhecida capacidade técnica em gerenciamento de áreas contaminadas, atendimento a emergências, monitoramento e análises laboratoriais, entre elas ERM, EFCA, Planitox, ICHTUS Ambiente & Sociedade, ALS, Mérieux NutriSciences/Bioagri Ambiental e Ambipar.
A estratégia busca chegar a um diagnóstico técnico ambiental que "permita a realização de medidas de mitigação e reparo da situação o mais rápido possível".


