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LONGEVIDADE

Estudo aponta tempo ideal de musculação por semana para viver bem

Índice compara os praticantes com indivíduos sedentários

Jair Mendonça Jr
Por
| Atualizada em
Dados mostram que praticar entre 90 e 120 minutos de musculação por semana reduz em treze por cento o risco de morte
Dados mostram que praticar entre 90 e 120 minutos de musculação por semana reduz em treze por cento o risco de morte - Foto: Reprodução Internet

Pesquisa publicada no British Journal of Sports Medicine analisou dados de quase cento e mil adultos durante três décadas para avaliar os impactos do treinamento de força na saúde humana.

O levantamento identificou que a prática regular da modalidade dentro dessa faixa de tempo reduz indicadores de mortalidade geral e de patologias específicas.

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Os dados mostram que praticar entre noventa e cento e vinte minutos de musculação por semana reduz em treze por cento o risco de morte prematura por qualquer causa. O índice compara os praticantes com indivíduos sedentários.

Redução de riscos específicos

O estudo também mensurou o impacto do treinamento sobre enfermidades específicas. A faixa de tempo estipulada reduziu em dezenas de pontos percentuais os riscos associados a condições graves:

  • Doenças cardiovasculares: redução de dezenas por cento no risco de óbito.
  • Doenças neurológicas: redução de vinte e sete por cento no risco de mortalidade por condições como a doença de Alzheimer.

Volume e eficácia

Os pesquisadores constataram que os benefícios não aumentam de forma linear após o limite estabelecido.

Praticar mais de cento e vinte minutos semanais de musculação não apresentou ganho adicional significativo para a mortalidade geral.

A combinação do treinamento de força com atividades aeróbicas, como caminhada, corrida, natação ou ciclismo, potencializou os resultados.

Participantes que integraram as duas modalidades registraram redução de até quarenta e cinco por cento no risco de mortalidade em comparação com pessoas que não realizavam nenhuma das duas práticas.

Metodologia e limitações

O trabalho científico caracteriza-se como um estudo observacional. O formato identifica correlações estatísticas entre a rotina de exercícios e a longevidade, mas não comprova relação direta de causa e efeito isolada.

Especialistas indicam que o início da prática deve ocorrer de forma gradual, respeitando os limites físicos e as condições de saúde de cada indivíduo, priorizando a constância sobre o volume excessivo de treino.

Confira a pesquisa aqui

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