SAÚDE
Gel íntimo e antitranspirante são proibidos após fiscalização da Anvisa; saiba quais
Medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 2


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de um lote falsificado do Hidrafemme - Gel Hidratante Intravaginal e determinou a apreensão de dois lotes do Perspirex Strong Antitranspirante Axilar. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 2.
No caso do Hidrafemme, a Anvisa determinou a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso, além do recolhimento do produto identificado pelo lote “lot 2 2511006”.
A medida ocorreu após a identificação de unidades falsificadas sendo comercializadas pela internet, por meio da plataforma Shopee. A Helianto Farmacêutica Ltda., responsável pelo registro do produto, informou ter encontrado diferenças entre as unidades vendidas e as embalagens originais do medicamento.
Entre os sinais de falsificação identificados estão o número do lote, que não foi comercializado no Brasil, e uma codificação diferente do padrão utilizado nos produtos originais.
A embalagem também apresentava diferenças. Segundo a Anvisa, a caixa era menor que a original, os aplicadores tinham características diferentes e não cabiam adequadamente dentro da embalagem. Além disso, o rótulo da bisnaga era feito de um papel impresso e colado no produto.
Diante das características encontradas, a agência considerou que as unidades eram falsificadas e determinou a retirada do produto do mercado.
Perspirex
A Anvisa também determinou a apreensão e a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso dos lotes 614323 e 614326 do Perspirex Strong Antitranspirante Axilar.
Segundo a resolução publicada pela agência, os produtos foram fabricados por uma empresa desconhecida, que utilizou na rotulagem os dados cadastrais da Megalabs Farmacêutica S.A.
A empresa, no entanto, informou à Anvisa que não reconhece a fabricação dos produtos.
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As unidades eram comercializadas por uma empresa também não identificada e apresentavam nas embalagens informações cadastrais vinculadas à Megalabs na Anvisa. Por isso, a agência determinou a apreensão dos dois lotes e proibiu todas as etapas relacionadas à fabricação e comercialização dos produtos.


