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Familiares de jovem morta no desabamento de igreja chegam a Salvador

A partir da próxima semana, a Polícia Federal assumirá a condução das investigações

Redação
Por Redação
A partir da próxima semana, a Polícia Federal assumirá a condução das investigações
A partir da próxima semana, a Polícia Federal assumirá a condução das investigações -

Familiares de Giulia Panchoni Righetto, jovem de 26 anos que faleceu, nesta quarta-feira, 05, após o desabamento do teto da Igreja de São Francisco, já chegaram a Salvador para o reconhecimento do corpo. Giulia, natural de Ribeirão Preto (SP), estava na capital baiana a turismo, após uma viagem para Morro de São Paulo, na Ilha de Tinharé, com amigos.

Acompanhados por uma equipe especializada da Polícia Civil, os parentes receberam apoio e orientações desde a chegada à cidade. Também esteve presente um representante do Corpo de Bombeiros, oferecendo assistência no acolhimento.

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Durante o acidente, a amiga de Giulia, Ludmila Steffen Celaschi, também de 26 anos, sofreu um ferimento no supercílio e foi encaminhada ao Hospital Santa Isabel, onde passou por um procedimento de sutura. Outras quatro pessoas feridas foram levadas à UPA dos Barris, todas já recebendo alta médica e retornando para suas hospedagens.

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Após o recebimento dos pertences de Giulia na Deltur, os familiares seguiram para o Instituto Médico Legal (IML), onde realizaram o reconhecimento do corpo.

Até o momento, a investigação do caso avançou com a realização de duas oitivas. A partir da próxima semana, a Polícia Federal assumirá a condução dos depoimentos, laudos periciais e documentos compartilhados pela Polícia Civil. Considerando que a Igreja de São Francisco é um patrimônio tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), as investigações sobre as causas do acidente serão realizadas de forma conjunta com a esfera federal.

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