MOMENTO DO ATAQUE
Jejum de Alejo Véliz preocupa? Ceni explica papel do atacante no Bahia
Atacante argentino atravessa sua maior sequência sem marcar desde que chegou ao Esquadrão


No triunfo do Esporte Clube Bahia sobre o São Paulo, na última quarta-feira, 28, o atacante Alejo Véliz completou sete jogos consecutivos sem balançar as redes, alcançando seu maior jejum de gols desde que chegou ao clube tricolor.
Diante da sequência sem marcar, o técnico Rogério Ceni comentou sobre a fase do camisa 9 durante a entrevista coletiva após a partida, válida pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Treinador destaca importância de Alejo Véliz no Bahia
Segundo o treinador, apesar de não ter contribuído diretamente com gols nas últimas partidas, o argentino desempenha um papel importante no funcionamento do sistema de jogo do Bahia, além de reforçar a entrega do atacante dentro de campo.
“Acho que ele não conseguiu ter oportunidade, hoje (contra o São Paulo) ele não teve uma chance real, mas abriu muito espaço para Kike, para Pulga, para infiltrações de Jean Lucas. Ele é um jogador que deixa tudo em campo, faz um serviço que não podemos deixar de destacar. Arboleda é raro perder esse um contra um, e hoje Alejo venceu a maioria”, afirmou o técnico do Bahia.
Ceni, no entanto, ressaltou que, apesar da dedicação de Alejo Véliz em outras funções dentro de campo, o atacante também precisa corresponder com gols.
Claro que queremos ver o nove fazendo gols, mas ele vem trabalhando pelo time com ele pode Rogério Ceni - técnico do Bahia

Argentino acumula sete jogos sem marcar pelo Bahia
Alejo Véliz chegou ao Bahia em julho e rapidamente conquistou espaço na equipe titular de Rogério Ceni, com um início de trajetória bastante promissor com a camisa tricolor.
Em sua estreia oficial, o argentino chegou a balançar as redes duas vezes contra o Corinthians, mas ambos os gols foram anulados. Pouco tempo depois, diante do Vasco, voltou a marcar, mas o VAR novamente impediu que ele comemorasse seu primeiro gol pelo Esquadrão.
O primeiro gol oficial do atacante saiu diante da Chapecoense, em sua quarta partida pelo Bahia. A partir dali, Alejo também deixou sua marca contra o Vitória e registrou uma assistência diante do Internacional, além de marcar novamente contra o Red Bull Bragantino.
Desde então, porém, o argentino atravessa um período de sete partidas consecutivas sem marcar gols ou distribuir assistências pelo Tricolor.
Confira o jejum de Alejo Véliz:
- Bahia 3 x 2 São Paulo - 33ª rodada da Série A;
- Santos 1 x 1 Bahia - 32ª rodada da Série A;
- Bahia 0 x 3 Flamengo - 31ª rodada da Série A;
- Bahia 1 x 0 Mirassol - 30ª rodada da Série A;
- Palmeiras 1 x 0 Bahia - 29ª rodada da Série A;
- Athletico 2 x 1 Bahia - 28ª rodada da Série A;
- Bahia 2 x 1 Remo - 27ª rodada da Série A.
Ao todo, Alejo Véliz soma três gols e uma assistência em 14 jogos disputados pelo Bahia desde sua chegada, em julho.
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Alejo Véliz custou R$ 56 milhões ao Bahia
Para contratar Alejo Véliz em definitivo junto ao Tottenham, da Inglaterra, o Bahia desembolsou 9 milhões de euros, aproximadamente R$ 56 milhões na cotação da época.
O investimento transformou o argentino na segunda contratação mais cara da história do clube e também do futebol nordestino. O atacante assinou contrato com o Esquadrão até o fim de 2031.
Veja a lista das maiores contratações do futebol nordestino:
- Luciano Rodríguez (Bahia): 12 milhões de dólares (R$ 65,3 milhões);
- Alejo Véliz (Bahia): 9 milhões de euros (R$ 56 milhões);
- Luiz Gustavo e Mateo Sanabria (Bahia): 5 milhões de euros (R$ 31,6 milhões);
- Jean Lucas (Bahia): R$ 30,3 milhões;
- Erick (Bahia): R$ 28,4 milhões;
- Ramos Mingo (Bahia): 4,5 milhões de dólares (R$ 27,4 milhões);
- Caio Alexandre (Bahia): R$ 24,3 milhões;
- Rodrigo Nestor (Bahia): R$ 23,7 milhões;
- Moisés (Fortaleza): R$ 18,4 milhões;
- Nicolás Acevedo (Bahia): R$ 18,16 milhões;
- Jhoanner Chávez (Bahia): R$ 18 milhões.


