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ATOS GOLPISTAS

8 de janeiro: Aliados de Bolsonaro reagem e chamam data de “farsa”

Bolsonaristas usaram redes sociais para manifestar posição

Gabriela Araújo

Por Gabriela Araújo

08/01/2026 - 10:46 h
Atos golpistas de 8 de janeiro.
Atos golpistas de 8 de janeiro. -

Se de um lado, a esquerda clama pela defesa da democracia neste 8 de janeiro, data em marca os três anos dos atos golpistas, por outro, os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) rechaçam qualquer tipo de tentativa de golpe ao estado democrático.

O ex-vereador e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL-RJ), criticou o rótulo de “golpe” atribuído às invasões de apoiadores do seu pai nas sedes dos Três Poderes.

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“Um golpe que nunca existiu, uma perseguição suprema jamais vista na história do Brasil e leis sumariamente ignoradas, inclusive quando comorbidades graves são expostas”, disse o herdeiro do ex-presidente, que complementou:

“Tudo isso sob o silêncio cúmplice das instituições que deveriam zelar pela Constituição, pelos direitos humanos e pelo devido processo legal. O que se assiste não é Justiça, é vingança; não é democracia, é exceção permanente; não é Estado de Direito, é o verdadeiro negacionismo em sua essência!”

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Deputada e senador criticam comemorações do 8 de janeiro

Já a deputada federal Bia Kicis (DF) criticou as comemorações que estão sendo organizadas no Palácio do Planalto. “Hoje , 8 de janeiro, é o 3º aniversário da FARSA, chamada de golpe pelo regime que persegue, prende e mata”.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou um vídeo do presidente Lula (PT) comentando sobre o caso e chamou o 8 de janeiro de “mentira”.

“8 de janeiro da mentira. Golpe da esquerda. Lula já te enganou hoje?”, questionou o liberal.

Veja publicação

Lula vai vetar PL que reduz penas de condenados pelos atos golpistas

O ato em Brasília também será marcado pela assinatura do veto do presidente Lula ao projeto de lei que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pela tentativa de golpe de Estado.

Lula reservou o dia 8 de janeiro, data que marca os três anos dos ataques às sedes dos Poderes, para dar caráter simbólico e visibilidade à decisão. O prazo final para o veto é 12 de janeiro, 15 dias após o envio do texto pelo Congresso Nacional.

Sob a coordenação do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira, a Presidência prepara uma solenidade que será transmitida por telões instalados em frente ao Palácio do Planalto.

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8 de janeiro Bolsonaro Lula

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