ALINHAMENTO
Zé Ronaldo prega pragmatismo e crava 1º turno na Bahia
Prefeito de Feira de Santana pregou prioridade absoluta aos problemas do estado


Durante a convenção partidária do grupo de oposição liderado por ACM Neto (União Brasil), realizada nesta terça-feira na capital baiana, o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), adotou um tom de alinhamento pragmático.
O gestor do segundo maior colégio eleitoral do estado defendeu a centralidade das pautas regionais e minimizou o peso das divergências ideológicas no cenário nacional, projetando uma vitória da chapa ainda no primeiro turno da disputa estadual.
Foco nas demandas
Zé Ronaldo enfatizou que o empenho da coligação deve estar direcionado exclusivamente às demandas da população baiana, independentemente da fragmentação de candidaturas no pleito para a Presidência da República.
"O trabalho e a dedicação, realmente, são a questão da Bahia. A questão nacional tem vários candidatos para presidente. E acho que a eleição de governador da Bahia se decide no primeiro turno", disse.
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Respeito à pluralidade da aliança
A postura do líder feirense buscou blindar o grupo oposicionista contra desgastes provocados pelo alinhamento de partidos que compõem a própria aliança. Zé Ronaldo citou expressamente quadros de diferentes espectros políticos, a exemplo do ex-ministro João Roma, reforçando a linha ideológica clara mantida pelo Partido Liberal (PL) dentro do arco de apoio.
Para o prefeito, a convivência harmoniosa entre as legendas aliadas depende da maturidade política e do foco irrestrito na sucessão estadual.
"Acho que é melhor a gente focar respeitando a todos os candidatos, as opiniões que todo mundo tem. Tem muitos partidos políticos que estão dentro da coligação. Tem o João Roma, que tem uma posição bem clara do PL. O caminho para todos esses candidatos é respeitar a todos, trabalhar e focar muito aqui dentro da eleição de governador", ponderou.
Com o movimento, a cúpula da chapa busca consolidar a unidade do bloco, apelando ao pragmatismo eleitoral para concentrar baterias na crítica à gestão estadual e na mobilização das bases do interior.


