ELEIÇÕES
Rui Costa mantém suspense sobre 2º nome de suplência ao Senado
Ex-ministro reafirmou desejo de indicar mulher para vaga


O ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, pré-candidato ao Senado, manteve o suspense sobre o segundo nome que ocupará a suplência na chapa majoritária que será definida nas eleições de outubro, no dia 4.
Presente na convenção partidária do Avante, em Salvador, o ex-governador da Bahia afirmou que deve revelar a sua escolha no dia 1º de agosto, data em que será realizada o ato do PT na capital baiana.
“Eu prefiro até a convenção para anunciar, na convenção, o segundo suplente. Eu não definir ainda o perfil de partido. Única coisa que eu definir é que quero colocar uma mulher na segunda suplência”, disse Costa aos jornalistas.
A primeira suplência já está definida e será ocupada pelo ex-deputado federal e presidente do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto.
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Até o momento, apenas uma mulher teve o nome indicado para ocupar o cargo de suplente. Trata-se da vereadora de Salvador, Aladilce Souza (PCdoB), que teve o seu nome oficializado pelo partido.
A decisão dos comunistas foi tomada durante reunião da Comissão Política Estadual do partido, realizada no dia 25 de maio, uma segunda-feira.
"É nome de prestígio, respeito e com forte atuação na capital", defende a sigla da edil.
Apesar disso, o ex-ministro ainda não sinalizou que indicará a comunista para o espaço vago.
Sabatinas e debates: Rui Costa se coloca à disposição para participação
O ex-governador da Bahia ainda foi questionado sobre a sua participação em debates e sabatinas durante o período eleitoral. Na ocasião, ele diz que a sua presença dependerá da compatibilização das agendas.
“Eu sempre participei [de sabatinas]. Não posso dizer que participarei de todos,pois não sei quais são as datas e agendas, pois não abro mão da presença física nos municípios e nos lugares. Portanto, vou ter que compatibilizar”, afirmou ele.
Em seguida, Rui Costa ainda mencionou que a organização para o formato dos debates entre os candidatos ao Senado demanda uma organização complexa.
“O debate com o Senado sempre é mais complicado, porque são duas candidaturas por partido, então fica um número grande de debatedores, não fica bom o formato”.


